Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Charadriiformes
Subordem: Scolopaci
Família: Scolopacidae
 Rafinesque, 1815
Subfamília: Numeniinae
 Gray, 1840
Espécie: N. borealis

Nome Científico

Numenius borealis
(Forster, 1772)

Nome em Inglês

Eskimo Curlew


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Em Perigo Crítico

Fotos Sons

Maçarico-esquimó

O Maçarico-esquimó é uma ave Charadriiforme da família Scolopacidae.

Seu nome científico significa: : do (grego) noumënios, noumënia = pássaro mencionado por Hesíquio e associado a maçarico; lua nova; e do (latim) borealis, boreas = do norte, norte. ⇒ Maçarico do norte ou ave da lua nova do norte.

Este maçarico era abundante até 1850, quando teve início a caça intensiva para alimentação em algumas regiões dos Estados Unidos. A destruição das pradarias norte-americanas e dos Pampas da América do Sul e principalmente o uso indiscriminado de agrotóxicos em plantações na Argentina, juntamente com as demais ações, pode ter sido o fator principal da redução populacional e consequentemente da extinção desta espécie. Os últimos registros da América do Norte datam do período entre 1987 e 1992, quando sua população global era estimada em 50 indivíduos (Del Hoyo et al., 1996).

Características

Maçarico grande (33 cm), bico longo e curvo. Sua plumagem é cinza-escura, com manchas pretas nas asas e dorso e marrom por todo o corpo. Em voo é possível observar o tom canela embaixo da asa. Muito parecido com o maçarico-galego (Numenius phaeopus), que ocorre em localidades como Cubatão (Olmos & Silva e Silva, 2003) e Itanhaém (Fabio Schunck obs. pess.).

Alimentação

Estas aves alimentavam-se de pequenos invertebrados que capturavam na lama e no sedimento dos estuários e corpos d´água das áreas que utilizavam durante o período de migração.

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Hábitos

Utiliza ambientes alagados, banhados e brejos.

Distribuição Geográfica

Esta espécie realiza sua rota de migração entre o Canadá (e possivelmente o Alasca) e a Argentina, passando pelo Brasil (del Hoyo et al., 1996). Os registros para o Brasil foram feitos no Amazonas, Mato Grosso e São Paulo. Considerado visitante comum no interior de nosso país (Sick, 1997).

Referências

* Schunck, Fabio. Fauna ameaçada de extinção no estado de São Paulo - Vertebrados. Imprensa Oficial, São Paulo, 2009, p. 152.

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